História

A história por detrás do Vulcan Desktop Radar

O Vulcan Desktop Radar toma o nome do Avro Vulcan — o bombardeiro britânico de asa delta — e dos ofícios de radar que fizeram voar esse avião. A unidade de secretária é hardware novo; a alcunha é uma vénia deliberada a essa história.

O Avro Vulcan e os seus radares

O Avro Vulcan entrou ao serviço da RAF nos anos 1950 na V-force. Por detrás da asa delta havia um conjunto exigente de radar e navegação: cartografia H2S, Navigation and Bombing System, Doppler como Green Satin e, mais tarde, radar de seguimento do terreno no nariz do B.2.

As tripulações na cabine traseira viviam horas com esses ecrãs. O brilho, o varrimento e a escolha de alcance explicam por que «Vulcan» ainda significa radar para muita gente da aviação britânica — não só a fuselagem.

Porque se chama Vulcan Desktop Radar

Não clonámos um conjunto militar dos anos 1960. O Vulcan Desktop Radar é um ecrã para entusiastas do tráfego ADS‑B em direto numa secretária. O nome é uma homenagem: um instrumento compacto que se sente como radar, baptizado com o bombardeiro cujos radares ainda se contam em museus.

Para a história do avião em profundidade existem arquivos independentes do Type 698. Este site é a casa oficial do produto. O Vulcan Desktop Radar é o hardware que realmente se põe ao lado do teclado.

Dos mapas no telemóvel a um instrumento dedicado

Os rastreadores de telemóvel tornaram o tráfego em direto banal. Não substituíram um objecto permanente na sala — um varrimento sem desbloquear, um botão de alcance sem abrir uma app. O Vulcan Desktop Radar foi concebido no Reino Unido para esse espaço: compra única, feed na nuvem, ecrã de 5 polegadas, alcance rotativo 10–200 NM.

O produto vende-se a partir de Poole com um folheto impresso. Firmware e feed evoluem, a ideia não: um rastreador de aviões de secretária que parece equipamento de aviação, não um tablet disfarçado.

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